Júri oficial

Bernardo José de Souza

É curador independente, professor universitário e colaborador de publicações sobre cultura visual. Foi curador do Espaço na 9.ª Bienal do Mercosul (Porto Alegre, 2013), coordenador de cinema, vídeo e fotografia da Secretaria de Cultura da Prefeitura de Porto Alegre (2005 a 2009) e colaborador da revista Vogue e do jornal Folha de S.Paulo. Bacharel em comunicação social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul e especialista em fotografia e moda pelo London College of Fashion, é membro dos conselhos curadores do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul e da Fundação Vera Chaves Barcellos. Nos últimos dez anos, vem desenvolvendo uma série de projetos em parceria com instituições como o KW Institute for Contemporary Art (Berlim, Alemanha), o Instituto Goethe (Porto Alegre, Brasil) e o Instituto Inhotim (Brumadinho, Brasil). Foi curador de cinco edições do projeto Videoarte nos Jardins do DMAE. Como curador independente, realizou as exposições Ponto de Fuga na Galeria de Arte da Fundação Ecarta (Porto Alegre, 2011), Guy Bourdin (2011) e Mutatis Mutandis (2013), ambas no Largo das Artes (Rio de Janeiro), entre outras. Organizou o seminário RODA – Rodadas de Debates Sobre Arte (Porto Alegre, 2012).


João Luiz Vieira

Professor Titular do Departamento de Cinema e Vídeo da Universidade Federal Fluminense. Doutor em Cinema Studies – New YorkUniversity (1984), com bolsa Fulbright e CNPq e com pós-doc (bolsista CAPES) no Department of Film and Television Studies da Universidade de Warwick, Inglaterra (1997). Autor de inúmeros textos, críticas, ensaios e livros publicados no Brasil e no exterior como D.W. Griffith and the Biograph Company (1984), Cinema Novo & Beyond (NY: MoMA, 1998) e Câmera-faca: o cinema de Sérgio Bianchi (Portugal, 2004). Seus textos mais recentes apareceram em capítulos de livros como The International Movie Musical (2012) e The Brazilian Road Movie: Journeys Into (Self) Discovery (2013). Curador, pesquisador e conferencista, pesquisa no momento a chegada dos formatos panorâmicos no Brasil e a experiência de Redenção (1958, de Roberto Pires), filmado no pioneiro sistema IgluScope.


Marcela Borela

Realizadora audiovisual, pesquisadora, curadora e gestora com experiência em diferentes áreas do cinema desde 2004. Formou-se em comunicação social (UFG/2006), fez especialização em história cultural (UFG/2008) e mestrado em história (UFG/2010), investigando temas de história da arte brasileira (modernismo e modernidade), história visual e cultural, inserida na linha de pesquisa “Fronteiras, identidades e culturas de migração”. Foi diretora e coprogramadora do Cine Cultura – Sala Eduardo Benfica em Goiânia, entre 2011 e 2013. Uma das responsáveis pelo Cinealmofada – cinema ao ar livre – como membro da Associação dos Amigos do Cine Cultura, é também colaboradora de outros projetos através da Barroca, produtora de audiovisual independente. Como diretora e roteirista, Marcela realizou curtas e um média-metragem, Mudernage, DOCTV exibido na rede pública brasileira de TV, em países da América Latina e na China. Neste momento está em processo de montagem de seu primeiro longa-metragem, Taego Ãwa, uma codireção com Henrique Borela. É uma das criadoras e diretoras artísticas do Fronteira – Festival Internacional do Filme Documentário e Experimental realizado em Goiânia e no interior de Goiás desde 2014.