Júri de estudantes de audiovisual

Um dos maiores prazeres que temos com o festival é perceber a expansão daqueles que o frequentam. A tomada de espaço por uma nova geração, dentro e fora da tela, é sempre uma dose reforçada de ânimo e satisfação. Pois queremos ter mais – e mais perto – os jovens que começam a trilhar seu caminho no audiovisual.

Nesta primeira edição do Júri de Estudantes de Audiovisual, abrimos convocatória para que alunos de escolas diversas – universitárias ou não – candidatassem-se a fazer parte de um grupo que assistirá, debaterá e definirá os destaques da 8ª Semana de acordo com seu olhar.

Ana Paula Vieira

Ana Paula (Fortaleza, 1998) é estudante do 4º período de Cinema e Audiovisual na Universidade Federal do Ceará. Foi bolsista PIBIC – Funcap 2015-2016 do projeto de pesquisa e intervenção Coletivo AudioVisual do Titanzinho, no PPGArtes ICA|UFC. Tem interesse em cineclubismo e nos atravessamentos do cinema em relação às outras linguagens artísticas, como a dança e a arte contemporânea.


Catarina Almeida

Catarina Almeida, 22 anos, é estudante do 8º período de Cinema na Universidade Estácio de Sá. Aos 16 anos cursou a escola técnica do Cinema Nosso, onde teve sua primeira experiência cinematográfica, e iniciou sua produção de curtas experimentais e ficcionais. Atualmente, está em processo de finalização do seu próximo curta-metragem, Maria Adelaide. Desde 2011 pesquisa sobre o cinema feminino mundial e o movimento Cinema Marginal, com foco nas obras de Rogério Sganzerla e Helena Ignez. A última é seu objeto principal de estudo, com a qual trava um diálogo entre a desmistificação do termo empregado “diva” e a relação com mulheres que vão além do estrelado de diva com uma presença artística inventiva agregadora, como Helena Ignez em Copacabana, Mon Amour.


Lorran Dias

Lorran Dias, 22 anos, é realizador audiovisual, atua no coletivo Anarca Filmes e cursa o 8º período de Rádio e TV da Escola de Comunicação da UFRJ. Há três anos participa como curador, produtor e monitor do projeto de extensão e disciplina eletiva “Cinerama Cineclube” e da mostra de cinema brasileiro contemporâneo da ECO/UFRJ: a Semana Cinerama. Seus estudos direcionam-se a pensar a “Memória”, parar atuar em o utros desdobramentos como “Narrativa, Corpo e Imagem”. Vivente das potências e culturas periféricas utiliza das impressões sobre imagem para refletir a propósito da vida em movimento e suas relações políticas inclusas. Na produtora Taiga Fimes, estagiou na equipe de direção do Praça Paris (2017) e produção do Em Três Atos (2015) (dir.: Lucia Murat), produziu e preparou o elenco de À Espera dos Bárbaros (dir.: Matheus Rufino, 2017). Além disso, contracenou nos filmes O Olho do Cão (dir.: Samuel Lobo, 2017) e Máquina Mortífera (dir.: Janaína Castro Alves, 2017). Também possui trabalhos com vídeo, assim como consulta de roteiro em outros curtas-metragens.


Lucas Reis

Lucas Reis, nascido no dia 31/03/1990, cursa o 10º período de cinema e audiovisual – licenciatura pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Atualmente é monitor da disciplina de História do Cinema Mundial e promove o cineclube da disciplina na universidade. Durante a graduação, foi monitor da disciplina de História do Cinema Brasileiro e realizou uma iniciação científica sobre narrativas gráficas. É curador do Festival Brasileiro de Cinema Universitário (FBCU), do Festival de Cinema Universitário Latino Americano – Perro Loco e membro do laboratório universitário de preservação audiovisual (LUPA). Fez estágio na Cinemateca do Museu de Arte Moderna (MAM), entre 2013 e 2014. Produziu a mostra Telas Fluminenses e a I Mostra de Horror Nacional – Desenterrados. Já ofereceu oficinas de cinema em diversos espaços educacionais formais e não-formais.